Home  |   Eventos  |   Notícias  |   Novidades  |   Pragas e Doenças  |   Receitas  |   Tempo  |   Custo de Produção  

  Meio Ambiente  |   Utilinks  |   Planejamento  |   Prêmios  |   Contate-nos  

 

Agrobyte Eventos


 

O Agrobyte não se responsabiliza por mudanças na data e nem local dos eventos


FCA/Unesp promove Simpósio sobre Hortaliças

De 12 a 14 de agosto, acontece na Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA), campus de Botucatu, o Simpósio sobre Hortaliças. Organizado pelo Cenagri Jr. Consultoria Agrícola, empresa júnior formada por alunos da FCA, o evento busca abordar temas agronômicos e tecnológicos da produção de hortaliças e integrar o setor produtivo com a área de saúde.

Para tanto, o evento está dividido em duas partes. Na parte agronômica, os organizadores pretendem transmitir conhecimentos teóricos para melhorar a produtividade do setor. Já as atividades voltadas para os aspectos nutricionais buscam incentivar o consumo de hortaliças e de toda a cadeia da horticultura como ferramenta de promoção da saúde da população.

O Simpósio é direcionado para produtores de hortaliças, estudantes de agronomia, nutricionistas, cozinheiras e público em geral interessado em conhecer as propriedades nutracêuticas das hortaliças e os programas existentes para melhorar o consumo de hortaliças visando à saúde.

Informações, inscrições e programação pelo site www.fca.unesp.br .


 

A pedido dos coordenadores da Pós-graduação em Economia Aplicada da Esalq/USP, divulgamos a abertura de inscrição para mestrado e doutorado.

Mestrado e Doutorado em Economia na ESALQ/USP


PPGEA/USP-ESALQ: Conceito "6" (excelência) em 2008, o máximo em Economia, juntamente com a EPGE/FGV-RJ, IPE/USP e UnB.


O Programa de Pós-Graduação em Economia Aplicada (PPGEA) da Esalq/USP está abrindo inscrições para seus programas de Mestrado e Doutorado, que serão iniciados em fevereiro de 2009.


O Programa é ministrado em tempo integral no Campus da USP em Piracicaba (SP), no Departamento de Economia, Administração e Sociologia - (DEAS)- da ESALQ, oferecendo bolsas de estudo (R$1.200 para mestrado e R$1.800 para doutorado) a maior parte dos alunos selecionados.


A partir de 2008 PPGEA/USP-ESALQ passa a exigir, dentro de seu processo seletivo, o exame da ANPEC (Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia).


PPGEA/USP-ESALQ

Programa de Pós-Graduação em Economia Aplicada da USP-ESALQ Campus da USP em Piracicaba - ESALQ


Detalhes em: http://www.esalq.usp.br/pg/11132.htm


http://www.economia.esalq.usp.br/ppgea


Tel: 19 3417 8732 - 3429 4464

E-mail: ppgea@esalq.usp.br


Atenciosamente,
Comunicação Cepea
www.cepea.esalq.usp.br


 

 


 

PREPARANDO A CITRICULTURA PARA UMA NOVA DÉCADA

 

Dra. Margarete Boteon

Responsável pelo projeto Citros/Cepea

Daiana Braga

Pesquisadora do projeto Citros/Cepea

citroscepea@esalq.usp.br

 

 A partir deste ano, a citricultura paulista entra em um período de transição para a próxima década, que deve formatar um novo ciclo econômico da cultura. Apesar dos elevados preços internacionais do suco entre 2005 e 2007, ainda é difícil afirmar que isso foi o suficiente para capitalizar o setor, reduzir os riscos e expandir a citricultura paulista nos próximos anos.

Tudo indica que a citricultura paulista na próxima década não será tão facilmente avaliada por ciclos de baixa e de alta dos preços, como em décadas passadas, quando o principal fator era o ajuste da oferta de suco da Flórida e de São Paulo. Há uma complexidade de fatores, muitos externos ao setor, que influenciam a citricultura paulista e dificultam a previsão do comportamento dos preços e do tamanho da oferta.

A favor da alta nos preços da laranja paulista na próxima década estão o encarecimento da produção citrícola frente ao aumento dos custos fitossanitários e da mão-de-obra, a limitação da oferta devido ao aumento da incidência do greening e o aumento do custo de oportunidade com outras culturas, como a cana-de-açúcar, eucalipto e grãos. A possibilidade de substituição da citricultura por outras culturas mais rentáveis e de menor risco também limita uma rápida expansão em área no estado de São Paulo, principal pólo industrial de suco.

Em relação aos concorrentes brasileiros, os problemas fitossanitários também são comuns na Flórida e na China, por exemplo. Historicamente, São Paulo tem mostrado mais capacidade técnica de se adaptar aos riscos fitossanitários e sua hegemonia dificilmente será ameaçada.

O clima também influencia negativamente a produção e as condições fitossanitárias. Cada vez mais, aumenta a freqüência de choques climáticos no Brasil e no mundo. No primeiro trimestre de 2008, por exemplo, houve seca no Sul do País e chuvas em excesso no Nordeste. O aquecimento global poderá ampliar os choques climáticos e afetar a produtividade citrícola paulista.

A favor da baixa nos preços na próxima década está a concentração produtiva do parque citrícola paulista com o avanço do plantio das indústrias e dos produtores de grande escala, permitindo um salto de produtividade e aumento da produção paulista, dispensando o aumento da área. A Flórida, apesar de todas as suas limitações para expandir o seu parque citrícola, está recuperando sua produtividade e deve, nos próximos anos, produzir acima do observado entre 2004 e 2007.

Outro fator negativo ao setor paulista é que o consumo de suco de laranja nos tradicionais mercados consumidores – Estados Unidos e Europa – não está aumentando. Os emergentes asiáticos, principalmente a China, estão aumentando o consumo de suco, mas, ao mesmo tempo, tornam-se produtores da matéria-prima, o que limita as exportações de suco brasileiro para a Ásia.

Outro ponto negativo ao preço é a relação dólar/Real. A citricultura paulista, em mais de 40 anos, se protegeu da instabilidade econômica brasileira através da fixação do preço em dólar. No entanto, o inesperado: a economia norte-americana está mais frágil, desvalorizando o dólar em relação a uma série de moedas, inclusive ao Real, e é muito difícil prever se os Estados Unidos um dia retomarão sua hegemonia. Isso mostra que a âncora cambial da citricultura paulista já não é mais favorável à rentabilidade do produtor nacional.

Em resumo, muitos fatores, e de difícil previsão, tornarão os preços da fruta mais voláteis. Conseqüentemente, o setor deverá ter flexibilidade de adaptação e, se possível, antecipar-se às mudanças. Também é urgente a solução de velhos entraves para tornar o acordo de preços na citricultura mais transparente e flexível às mudanças.

 

 

NEGOCIAÇÕES MAIS FLEXÍVEIS PÓS-FURACÕES

Apesar dos poucos avanços em termos de um novo mecanismo de remuneração na citricultura, pode-se observar que pós-furacões o setor começa modificar, lentamente, alguns parâmetros das negociações de contratos com os citricultores. O prazo médio dos contratos está diminuindo. Na amostra de novos negócios fechados em 2008, uma maior parcela dos contratos foi fechada com participação no mercado internacional, porém ainda sem um parâmetro de preço de domínio público.

Esse é um dos resultados da pesquisa realizada na primeira quinzena de abril pela Equipe Citros do Cepea com os citricultores paulista em busca de opiniões sobre a melhor forma de negociação dos contratos para 2008 e averiguar as mudanças na forma de negociação com a indústria no pós-furacões. Os entrevistados apresentam escalas de produção bastante distintas, desde pequenos produtores com produção de cerca de 12 mil caixas por safra a grupo de produtores (pools) com produção de cerca de 6 milhões de caixas. Esses citricultores, juntos, representam cerca de 30 milhões de caixas.

 

PREFERÊNCIAS DOS CITRICULTORES EM 2008

 

 

 

 

 

Portão ou contrato?

 

 

 

Em 2008, somente 1/4 da amostra negocia um contrato para três anos com a indústria

 

Tipo de contrato

 

 

 

Contrato para três safras

25%

 

 

Contrato somente para a safra 2008

24%

Misto: parte da safra com contrato e outra sem compromisso formal de venda

24%

 

Sem contrato, entrega no portão

22%

 

 

 

Não declarado

5%

 

 

Coletivo ou individual?

 

 

Em 2008, o produtor continua dividido sobre a melhor forma de negociar com a indústria

 

 

Formas de negociação

 

 

 

Individual, citricultor e indústria

54%

 

 

 

Coletiva, através das representações de classe

44%

 

 

 

Outras formas (pools de citricultores etc)

2%

 

 

 

 

 

 

 

Qual seria o melhor mecanismo de remuneração?

 

Preço fixo por caixa ou participação do suco através de um índice público seriam as formas preferidas dos citricultores

 

 

Formas de fixação do preço da caixa de laranja

 

 

 

Preço fixo por caixa

37%

 

 

 

Mínimo+participação do suco (dado público)

32%

 

 

 

Baseado no custo de produção

19%

 

 

 

Preço com base no mercado spot (portão)

7%

 

 

 

Mínimo+participação no preço de venda do suco

5%

 

 

 

Outras formas

0%

 

 

 

 

 

 

 

Como foi o reajuste do seu contrato no pós-furacão?

 

 

Somente 20% dos citricultores não conseguiram reajustar seus contratos

 

 

 

Bonificação do contrato pós-furacões

 

 

 

Não consegui renegociar meu contrato

20%

 

 

 

Minha renegociação foi menor que a alta internacional do preço do suco

36%

 

 

 

Fiquei satisfeito com o bonificação pós-furacões

24%

 

 

 

Não tinha contrato no período

17%

 

 

 

Não declarado

3%

 

 

 

Fonte: Hortifruti Brasil/Cepea

 

 

 

 

COM CONTRATO OU TUDO NO SPOT? Dos entrevistados, a preferência na formalização da venda da sua fruta em 2008 é bastante distinta. Somente ¼ da amostra prefere negociar a laranja no formato tradicional: exclusivamente com a indústria e com compromisso de longo prazo (três anos de contratos de fornecimento com as empresas de suco). O restante da amostra prefere firmar contratos para uma safra, enquanto outros escolhem vender totalmente sem contrato ou realizar um mix: parte da safra contratada e outra não.

 

INDIVIDUAL OU COLETIVO? Quanto à forma de negociação, há uma divisão sobre negociar individualmente ou através da suas representações de classe. Em 2006, quando o Citros/Hortifruti questionou um grupo de citricultores a respeito da forma de negociação, o percentual menor era a favor de negociar individualmente. Os poucos resultados efetivos das discussões entre as representações do setor a respeito do mecanismo de remuneração do setor e a proposta de formação de um Conselho de Citricultura (Consecitrus) desestimularam os citricultores a agir coletivamente, diminuindo a confiança neste formato de negociação.

 

PREÇOS FIXOS OU VARIÁVEIS? Não há consenso no setor a respeito do mecanismo de remuneração da caixa de laranja. Uma parcela ainda prefere preços fixos e outra, participação na venda do suco. Estes, porém, argumentam que essa modalidade seria interessante desde que o preço do suco no mercado internacional fosse de domínio público e de fácil apuração.

 

HOUVE REAJUSTE PÓS-FURACÕES? No pós-furacão, a maioria dos entrevistados teve seus contratos reajustados, mas 36% da amostra alega que o percentual foi muito inferior ao da alta internacional. A minoria, cerca de 20%, informa que não conseguiu reajuste nos seus contratos. No entanto, a pesquisa não questiona se esse reajuste não ocorreu por conta da indústria ter oferecido um bônus abaixo da expectativa do citricultor ou se de fato a indústria não ofertou um reajuste.

 

Dos que haviam fechado contrato até a primeira quinzena de abril/08 - cerca de 51% da amostra estava nesta situação –, 69% negociaram com a indústria a preço fixo (alguns em dólares outros em reais) e o restante fechou um piso mais participação no preço internacional. Entre os que não haviam fechado contrato, somente 19% declararam não pretender fechar com a indústria. O restante encontrava-se em negociação.

 

 

AGENDA 2010: URGÊNCIA EM INFORMAÇÕES DE MERCADO

 

Apesar dos modestos avanços no setor quanto à negociação dos contratos e o mecanismo de remuneração pós-furacões, o setor produtivo citrícola paulista ainda tem dificuldade de capturar os ganhos externos, propor um mecanismo mais justo de distribuição de renda na citricultura, melhorar a transparência no processo de formação de preços da laranja e do suco e formar um conselho que possa unir as representações de classe (produtores e da indústria). Além disso, os atuais contratos são pouco flexíveis às mudanças no cenário externo e/ou interno.

A falta de transparência nos preços externos do suco dificulta ao setor antever ganhos ou perdas, diminuindo a atratividade externa de investimento no setor. Além disso, a falta de previsão da safra paulista, nos moldes dos Estados Unidos, divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) – com calendário de divulgação, explicações a respeito da metodologia de coleta dos dados e um censo bianual de árvores – também reduz a capacidade dos agentes de visualizar oportunidades futuras quanto ao investimento em número de árvores, portfólio de variedades etc.

A redução do prazo de negociação dos contratos observada em 2008 para uma safra, talvez, não se deva a uma evolução no processo de negociação, mas à incapacidade dos agentes em prever a produção dos pomares paulistas e, consequentemente, o cenário de preço para os próximos anos.

É urgente que o setor se organize na divulgação de informações econômicas que possibilitem um maior entendimento da cadeia citrícola, principalmente quanto à oferta, preços e custos. A citricultura é uma cultura perene e é possível prever a sua capacidade produtiva e os seus impactos sobre a lucratividade, já que entre o plantio e a primeira colheita comercial da planta há um período de três a quatro anos.

Outro ponto importante é possibilitar aos produtores maior acesso à comercialização externa do suco. Apesar da tendência de baixa na bolsa de Nova York, em 2008, muitos produtores não acreditam em queda de preços do produto brasileiro na Europa, tendo em vista que, quando houve forte reação de preços no Estados Unidos, muitos alegaram que o preço na Europa apresentava comportamento distinto. Assim, fica muito mais difícil ao setor produtivo entender quando, de fato, há tendência de alta ou de baixa nos preços do suco. Muitos resistem em aceitar um contrato de participação nas vendas externas, porque não conseguem ter uma referência pública do preço do suco na Europa.

Outro ponto importante é a apuração correta do custo de produção da cultura da laranja. Muitas pesquisas desconsideram cálculos como depreciação e a taxa de remuneração do capital fixo como itens importantes na apuração do custo total. Dessa forma, publicam informações de rentabilidade que não consideram a capacidade de renovação dos pomares e das oportunidades de remuneração de outras culturas e do próprio capital.

Sem uma informação transparente a respeito do setor e um processo de remuneração que gere um efeito distributivo melhor no segmento produtivo, agenda essa que deveria ter sido solucionada há mais de 13 anos, haverá dificuldade de enfrentar os novos desafios impostos para a próxima década ou avançar em novos mecanismos de remuneração da citricultura. A responsabilidade é de todos: governo, centros de pesquisa, representantes de classe e, por fim, de todos os agentes que dependem da cadeia citrícola.

 

 

 

Mais informação sobre o mercado citrícola pode ser obtida no site www.cepea.esalq.usp.br/citros/ e com a pesquisadora Dra. Margarete Boteon, através do Laboratório de Informação do Cepea: 19-3429-8837 ou 3429-8836 ou cepea@esalq.usp.br

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

Pesquisador defende etanol

no transporte de massa no PR

 

  O transporte coletivo é a fonte mais importante de poluição nas grandes cidades. Essa é uma das argumentações do pesquisador José Roberto Moreira para defender o uso do etanol nos veículos de transporte de massa. Ontem, ele participou, em Curitiba, do I Seminário Internacional sobre Aquecimento Global nas Cidades, apresentando a tecnologia para substituir o diesel pelo álcool. Nos debates, que prosseguem até o final da tarde hoje, especialistas propõem uma nova agenda para o planejamento urbano, que privilegie o desenvolvimento sustentável. (Folha de Londrina)

 

 

Colheita de cana avança,

mas produção pode cair

 

  A colheita de cana no centro-sul do país tem avançado e segue em um ritmo mais acelerado sobre o mesmo período do ano passado. Contudo, o clima chuvoso na região poderá reduzir a oferta da matéria-prima moída até o final da safra, prevista para dezembro. Levantamento divulgado ontem pela União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica) mostra que até o dia 1º de junho o processamento de cana na região atingiu 75,708 milhões de toneladas, volume 5,19% maior em relação a igual período do ano passado.

  Em São Paulo, maior Estado produtor do país, a colheita ficou em 51,594 milhões de toneladas no mesmo período, com aumento de 9,03%. Nas demais regiões do centro-sul, o processamento foi de 24,114 milhões de toneladas, com queda de 2,19%. (Valor Econômico)

 

 

Fundamento melhor

eleva cotação do açúcar

 

  Em dia de movimento técnico, os grãos encerraram o pregão de ontem na Bolsa de Chicago (CBOT) em queda ou em alta tímida. No mercado de commodities agrícolas, tiveram altas mais expressivas o algodão e o açúcar na Bolsa de Nova York (Nybot), com alta de 3,69% e 2,84%, respectivamente. "Estão ocorrendo alterações nos fundamentos do açúcar", afirma Rodrigo Martini, analista de gerenciamento de risco da FCStone. (Gazeta Mercantil)

 

 

São Martinho quer construir

duto entre SP/interior


  A São Martinho anunciou a integralização do capital na empresa Uniduto Logística no montante de R$ 3,389 milhões, representativos de 3.389.359 ações ou 5,65% do capital social da Uniduto, a ser integralizado em até dois anos. ´A Uniduto tem como objeto social o desenvolvimento, construção e operação de um sistema de transporte de etanol por dutos, ligando um terminal portuário no litoral do estado de São Paulo, até a cidade de Paulínia, com ramificações para as cidades de Conchas e Ribeirão Preto´, diz um comunicado.
(Investnews)

 

 

Zoneamento agroecológico

 da cana-de-açúcar

 será concluído em julho

 

  O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes disse, nesta segunda-feira (16), que o zoneamento agroecológico da cana-de-açúcar é o mais completo estudo já feito no Brasil sobre o produto. O estudo deve ser concluído em 31 de julho de 2008. De acordo com o ministro, já estão mapeadas as áreas de pastagens, que têm preferência para a expansão da cana-de-açúcar. “Ainda estão em elaboração os critérios para estabelecer as áreas de restrição que dependem de decisão de governo, como por exemplo, o Bioma Amazônico”, explicou. (Mapa)

 

 

Cana-de-açúcar invade

 sudoeste de Goiás

e modifica perfil das cidades


  Com solo fértil, sol forte e abundância de terra agricultável, o estado de Goiás pretende ser o novo celeiro da produção de etanol no Brasil. Há cinco anos, o estado abrigava 12 usinas em operação, segundo o Sindicato da Indústria de Fabricação de Açúcar do Estado de Goiás (Sifaeg). Nesta safra, de 2008/2009, o número mais que dobrou: o estado já tem 27 usinas, e pode chegar a ter 30, dependendo da conclusão de obras de algumas unidades. Até 2012, com a agenda de inaugurações, o número deverá atingir a marca de 55 usinas em funcionamento.
(Portal G1)

 

 

Honda inicia produção

 de primeiro carro

movido a hidrogênio

 

  A fabricante japonesa de automóveis Honda começou a produzir nesta segunda-feira (16) os primeiros carros movidos a hidrogênio para serem vendidos no mercado americano em julho, e a partir de setembro no Japão. O carro de tamanho médio para quatro pessoas, chamado FCX Clarity, é movido a hidrogênio e eletricidade, emitindo apenas vapor d'água. Segundo a Honda, o veículo oferece três vezes mais eficiência em termos de combustível do que um carro convencional, movido a gasolina. (BBC Brasil)