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Agrobyte noticias
Falta de álcool preocupa e já se fala em reajuste no preço
Os motoristas do Paraná podem ter problemas para abastecer seus carros com álcool nos próximos dias. Alguns postos de combustíveis estão recebendo menos álcool do que o esperado e a escassez, diz o presidente do sindicato que representa esses estabelecimentos (Sindicombustíveis), Roberto Fregonese, pode encarecer o produto. “Não temos falta ainda. Mas já há uma preocupação, porque isso pode acontecer se a situação se prolongar.” Segundo a federação nacional do setor (Fecombustíveis), há desabastecimento em outros cinco estados – Minas Gerais, Amazonas, Pará, Goiás e no interior de São Paulo – e no Distrito Federal. (Gazeta do Povo)
Alcopar vê 'especulação' na falta de álcool em postos
O superintendente da Associação dos Produtores de Álcool e Açúcar do Paraná (Alcopar), Adriano Dias, diz que as notícias sobre a falta de álcool são pura especulação. Não tem explicação. Está sobrando o produto na usina e queremos vender.” Dias não sabe, no entanto, quem está à frente deste movimento especulativo, se as distribuidoras ou os postos. “Para se ter uma idéia, o preço do produto caiu um centavo na semana passada na usina. Se estivesse faltando não teria ocorrido esta queda.” Em dois meses, segundo ele, desde o início da safra, as usinas paranaenses produziram 170 milhões de litros. Por mês, são consumidos, no estado, 80 milhões. “Temos, portanto, estoque para dois meses, fora a sobra do ano passado”, adianta o superintendente. (Jornal Hoje Maringá)
Barril fecha cotado a US$ 125,80
O preço do petróleo em Nova Iorque fechou em alta ontem (13), voltando ao patamar dos US$ 125, mesmo diante de um dia com notícias que levariam a cotação da commodity para baixo. No início da tarde, o preço do barril de WTI chegou a bater o recorde histórico de preços, ao atingir US$ 126,98. Na Bolsa Mercantil de Nova Iorque (Nymex), o barril de petróleo leve WTI para entrega em junho fechou cotado a US$ 125,80, com alta de 1,26% sobre o fechamento de segunda-feira (12). (Folhapress)
Tirar álcool de uso exigiria mais 1 mi de barris de petróleo por dia
Para que fosse possível substituir o álcool e outros biocombustíveis atualmente em uso nos mercados americano e europeu exigiria um acréscimo de 1 milhão de barris de petróleo por dia, segundo estimativa da IEA (Agência Internacional de Energia, na sigla em inglês), em seu relatório mensal publicado nesta terça-feira (13). Segundo o documento, a alta nos preços dos alimentos ofuscaram o espaço que os biocombustíveis vinham ocupando na agenda dos líderes políticos mundiais, mas é improvável que os biocombustíveis sejam tirados de uso no futuro próximo. (Folhapress)
AIE: 25% dos carros no mundo usarão etanol até 2050
Um quarto dos carros no mundo serão movidos a etanol (álcool combustível) até 2050. A estimativa é da Agência Internacional de Energia, com sede em Paris. Segundo a entidade, 700 milhões de toneladas de biocombustíveis vão ser vendidos em meados do século. Hoje, em seu relatório mensal, a AIE apontou para uma "explosão" no uso do etanol. A agência calcula que sem o etanol, o mundo teria de produzir 1 milhão de barris a mais de petróleo para suprir o espaço que o etanol deixaria apenas nos Estados Unidos e Europa. (Agência Estado)
DuPont vai investir em biocombustíveis
A DuPont, uma das gigantes da indústria química mundial, faz hoje (14) globalmente um anúncio sobre biocombustíveis. Não foi informado nenhum detalhe sobre se o negócio será em etanol ou biodiesel, mas, a exemplo do que vem sendo feito pelas multinacionais concorrentes, a nova atuação da empresa deve abranger produção ou parceria em álcool para uso na indústria química. (Gazeta Mercantil)
A MP nº 413 e a política de energia renovável
Em tempos de barril de petróleo custando US$ 120,00, sem sinal de cair, com as reservas de combustíveis fósseis acabando, encontrar fontes de energia alternativas se torna imperioso, em especial aquelas viáveis de exploração, tanto sob o ponto de vista econômico - e neste quesito englobando o custo de produção e de distribuição -, quanto ambiental e também de velocidade de produção e permanente renovação. Porém, o governo federal parece estar na contramão de uma política de energia renovável, apesar de todos os discursos do presidente da República. (Valor Econômico) < |
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